Como evitar o efeito sanfona

Publicado em 25 de setembro de 2009, sexta-feira.

Na sociedade moderna é muito difícil modificar hábitos de vida com consistência, o que favorece a ocorrência do efeito sanfona. Grande parte das pessoas foge dessa mudança e não quer verdadeiramente adotar novos hábitos alimentares ou de comportamento.

Além dos hábitos alimentares, que faz com que as pessoas consumam os alimentos mais apetitosos e convenientes e não os alimentos mais saudáveis e adequados, o sedentarismo ligado ao progresso faz com que a tendência geradora de ganho de peso ("obesogênica") seja cada vez maior. Afinal, os instrumentos de uso doméstico e as máquinas usadas em indústrias exigem cada vez mais um esforço físico menor de usuários e trabalhadores.

As dietas radicais também contribuem para o efeito sanfona. O jeito é combinar alimentação balanceada com exercícios físicos. A dieta balanceada ideal consiste, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), de 55% a 60% de carboidratos, 25% a 30% de gorduras e 10% a 20% de proteínas, divididas em 3 refeições principais e 2 a 3 pequenas refeições intermediárias.

O mesmo vale para atividade física: se você não será um corredor fundista o resto da vida é melhor não tentar correr a primeira maratona. O ideal é que haja um equilíbrio entre atividades aeróbicas (correr, andar de bicicleta, marchar e nadar), que "queimam" mais gordura, e atividades de resistência (musculação e pilates), que aumentam o tônus muscular e a taxa metabólica.

Quanto mais você mantiver o peso, menor será a chance de passar pelo efeito sanfona, já que o cérebro perceberá que o corpo não morrerá de inanição quando ingerir alimentos de baixa caloria ou em menor quantidade.

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