As consequências do efeito sanfona

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efeito sanfona

Estudos mostram que manter o peso em excesso é melhor do que passar pelo efeito sanfona. No entanto estes estudos não representam o pensamento da comunidade científica em geral. Há estudos pontuais que relacionam os riscos de câncer renal ao efeito sanfona em mulheres na pós-menopausa. Foi revelado que a adiposidade abdominal é um dos fatores de risco para a incidência do câncer nos rins. Tanto os obesos como também os que perderam peso e o recuperaram depois tiveram aumento da incidência de câncer renal, no entanto os que sofreram do efeito sanfona tiveram maior risco.

O risco de hipertensão e de hipertensão grave na gestação (pré-eclâmpsia), bem como de alterações de lípides circulantes ou mesmo de alterações do humor, como ansiedade e depressão, não se relacionam a ciclismos de peso. Na maioria dos casos, relacionam-se à obesidade. Na realidade, o ato de emagrecer e engordar seguidamente causa efeitos negativos sobre a saúde, mas não há comprovação de que outras doenças crônicas sejam mais comuns em indivíduos que tiveram efeito sanfona.

Trabalhos que envolvem indivíduos que perderam peso e mantiveram essa perda ao longo dos anos mostram que o benefício da perda de peso resulta em menor mortalidade ao longo dos anos.

Veja abaixo alguns males causados pela obesidade:

– Depressão
– Diminuição da auto-estima
– Cansaço
– Apnéia do sono
– Ronco provocado pelo acúmulo de gordura na faringe
– Hipertensão
– Enfarte (insuficiência coronária)
– Derrame
– Varizes
– Hemorróidas
– Cálculo na vesícula
– Cirrose hepática provocada por acúmulo de gordura no fígado
– Refluxo esofágico
– Tumores no intestino e na vesícula
– Artrite
– Artrose

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